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Entradas categorizadas em ‘Coração’

Vai passar…

Outubro 17, 2009 · 1 Comentário

Curioso que há alguns dias eu era só paixão. A ausência dele me perturbava, a vontade de estar perto era enorme. Hoje, não sei. Acordei sentindo algo que se sente quando percebemos que algo, finalmente, chegou ao fim. Não há mais paixão, não há nada além de uma sensação de alívio e vontade de seguir com a minha vida, com os meus planos de outrora. Eu funciono bem sozinha, sou péssima quando entro em relacionamentos. Talvez por sempre me meter em áreas confusas, zonas de turbulência. Talvez eu procure um espelho da minha confusão. Talvez.

Não que eu não sinta nada, mas it’s over now e eu preciso me mover e curar todas as feridas que foram abertas. Só sei que estou a cada dia melhor e é isso o que mais importa.

Categorias: Coração
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Mais uma vez

Outubro 8, 2009 · 1 Comentário

Lá se foi mais uma história que eu vivi. Sempre tive problemas com finais, mas eles são inevitáveis. Estou triste, estou mal, sem vontade de sair de casa, sem coragem de encarar a rua. Queria poder hibernar por alguns meses. Ficar com os meus livros, meus filmes, minhas músicas. Mas o mundo não para por minha causa, ele segue e eu tenho que correr atrás do tempo perdido.

Talvez eu compre sapatos novos, corte o cabelo, passe batom, coloque um vestido e caia na vida de novo. Talvez eu fique quietinha, escondida por uns dias, aproveite o feriado com gente que não liga se eu estive longe nos últimos meses, pessoas que continuam ligando pra mim mesmo que eu fique calada o dia todo, que se preocupam quando eu tô de cara amarrada, gente assim.

Pois é, pode ser que eu ouça músicas tristes, poder ser que eu veja filmes encharcada de lágrimas, pode ser que eu me ache em alguma lembrança bonita dos nossos dias bons, pode ser que eu tente ficar com raiva dessa situação.

Uma hora isso vai ficar mais fraco. Eu vou me ocupar com outras coisas. É bem possível que num domingo tedioso, eu me pegue lembrando de você. Pode ser que eu ria disso ou morra de saudade, mas acabe me distraindo com um livro ou uma série. Talvez eu pense que era bobagem, que ninguém é assim inesquecível, que não existe essa de “eu não posso viver sem você.”. A gente vive sim sem o outro, por mais que a vida perca um pouco da graça, da beleza, das risadas sonoras, do amor que um dia a gente sentiu, das piadas internas, dos apelidos bobos, das conversinhas amenas, dos planos, dos sonhos. Mas a gente continua a viver, seja do jeito que for, seja sem um pedaço ou aos pedaços, a gente continua…

Eu vou e você?

Categorias: Coração
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Declarações

Setembro 12, 2009 · Deixe um comentário

Frágil, é assim que me sinto no momento. Porém, tenho certeza de que isso está prestes a chegar ao fim. Durante todos esses 13 meses ou um pouco mais, eu me deixei de lado. Tudo são ciclos e esse eu vou fechar à força.

Categorias: Coração

Sentimentalismos

Setembro 4, 2009 · Deixe um comentário

Eu sou sentimental demais. Já pensei em virar mulher de gelo. Mas deve haver um meio termo, tem que haver. Ainda deve existir algum rapaz no mundo que tenha um coração bonito, eu creio nisso. Um dia ele me acha. E eu me acho também. Um dia… hoje não.

Categorias: Coração

Agosto 30, 2009 · 3 Comentários

Creio que ainda serei feliz por mais de 15 dias.

Categorias: Coração

Não sei

Julho 17, 2009 · 3 Comentários

Me sinto triste, confusa. Um buraco imenso se abriu dentro de mim. Dói, uma dor que nem sei descrever. Mais uma vez, quando estava me levantando, o tombo. E parece que as quedas tem se tornado piores, talvez eu suba demais. Nem por isso eu vou desistir de subir, mas tenho que aprender a levar cordas de segurança. Tudo bem que eu não entendo isso de arriscar-se com segurança, mas deve ser melhor.
Acho que estou diferente. Essas mortes diárias, não digo diárias, mas essas mortes constantes vão transformando o que eu era no que sou. Não sei se gosto disso, mas também não desgosto. Tudo muda mesmo, só não queria levar tanta porrada. Porém, pedir alguma coisa é sempre demais.

Categorias: Coração · Vidinha confusa
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O que me leva

Maio 20, 2009 · 2 Comentários

Todos os descaminhos me levam à você. Sempre levaram. Tirando alguns meses, você sempre esteve presente na minha vida durante esses últimos anos. Eu não concebo mais a possibilidade de viver sem ter um pedaço seu comigo, sem ter seu cheiro nas minhas roupas e seu gosto no meu corpo.
Todos os não-caminhos me levam à você. Eu não sou forte, meu corpo é pequeno, meu coração pulsa rápido quando penso em ti e no tempo que vai demorar pra gente se ver de novo. Às vezes, eu sou quente demais e você muda de assunto no meio dos meus discursos sentimentalóides, eu sei que não posso levá-los sempre, mas é que eu guardo todo o sentimento do mundo em mim. Não sou água-com-açúcar, só estou com uma saudade assustadora e não vejo problemas em dizer o que eu sinto.
Todos os longos caminhos me levam à você. E eu te levo em mim, sempre. Por mais que sempre pareça difícil, por mais que doa, por mais que eu não pense em nada além de te encontrar, por mais que eu seja incompleta sem a sua presença diária. Eu acordo pra te dar bom dia, mesmo que seja numa tela, mesmo que eu me desespere com as semanas, mesmo que eu deixe tudo de lado. Eu tenho que dividir com você, me dividir em você. Ser uma parte sua, morar aí dentro.
Todos os caminhos me levam à você

Categorias: Coração

Meu coração

Abril 11, 2009 · 1 Comentário

Talvez esteja fazendo um ano e meio, amor, que o nosso lar nunca existiu. Pode ser que tenha mais tempo. Eu não sei. Já fui mais divertida, mais legal, mais tudo. Reclamam da minha ausência. Acho que uma hora eu volto, só não marquei a data. É possível que quem levou minha alegria, esteja voltando com ela embrulhada em papel jornal debaixo do braço.

Eu acredito nele, acredito.

Categorias: Coração
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É…

Dezembro 7, 2008 · Deixe um comentário

Nem sei direito o que se passa comigo nesses últimos dias. Eu tenho me esquecido dentro de copos de cerveja e vinho. Entre um cigarro e outro vem um pouco de raiva de tudo o que não funcionou, lembrança de um sofrimento que eu não merecia, de uma covardia homérica. Eu ando tão confusa, cheia de rancores, desiludida em relação as pessoas. Não queria que fosse desse jeito, fiquei tão abalada, mudei mais do que eu poderia.

No começo, eu lutava pra não fazer planos, pra não fantasiar demais, porque era tudo tão longe e desconhecido. Aos poucos, fui me iludindo com promessas, me deixando atingir por variações de humor, vivia numa montanha russa de sentimentos, dois meses cheios de sofrimento. E, em alguns momentos, eu me alegrava com qualquer palavra menos ríspida, me satisfazia sorrisos pouco animados. Eu sabia que isso estava muito errado, mas queria arriscar, pois gostava demais.

A história estava se repetindo e eu sabia disso. Eu, que no começo, estava tão confiante e firme e não queria deixar ninguém me machucar de novo. Depois eu só conseguia sentir uma fraqueza imensa. Não entendo até agora porque fiz isso comigo. Estou cheia de dúvidas, de medos, de raivas e eu não gosto nem um pouco de sentir isso que estou sentindo por uma pessoa de quem eu gostava.

Quem me conhece sabe que quando eu gosto, eu gosto de verdade. Não jogo confetes em quem não merece, eu deixo tudo muito claro pra quem quer que seja, sem meias-palavras e olhares nublados. E sempre pessoas foscas cruzam meu caminho. Uma pessoa me disse certa vez que meu amor lhe causava medo. Que afirmação mais covarde. Que medo de sentir

Dessa vez eu fui com calma, queria deixar que as coisas acontecessem normalmente, tentava seguir a linha, andando sem vacilar. O problema é que o que é certo pra gente pode não ser certo pro outro. Eu só queria algumas certezas e não ganhei, eu queria bom dia ao pé do ouvido sempre e não pude ter, queria um telefonema recheado de palavras doces, mas nem todo mundo sabe o que fazer quando tem alguém nas mãos.

Muita coisa está diferente, nem sei mais se vou confiar meu coração a alguém de novo. Talvez. Esse negócio de prever o futuro não é comigo. Vou deixar festa acabar, barco correr, o dia raiar. Daqui a pouco é quarta-feira e tudo vai ser como tiver que ser.

Categorias: Coração
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