Otras Cositas Más

Estrada

Setembro 13, 2009 · Deixe um comentário

Perdi o controle na curva. Saí pela tangente. Só me resta voltar.

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Declarações

Setembro 12, 2009 · Deixe um comentário

Frágil, é assim que me sinto no momento. Porém, tenho certeza de que isso está prestes a chegar ao fim. Durante todos esses 13 meses ou um pouco mais, eu me deixei de lado. Tudo são ciclos e esse eu vou fechar à força.

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Sobre escrever

Setembro 12, 2009 · Deixe um comentário

Eu escrevo pra ficar bem, pra tentar ficar leve, pra dizer tudo o que eu queria falar pra outra pessoa que nunca vai me ler, pra tirar o nó da garganta. Escrevo quando me dá na telha, quando tô disposta, quando quero parar de sofrer. Escrevo pra mim. Escrevo.

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Setembro 12, 2009 · Deixe um comentário

O único jeito é continuar a viver e tentar ficar bem. E, muito provavelmente, esfregar o sucesso na cara dos fracassados, mas isso à longo prazo.

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Nota #3

Setembro 11, 2009 · Deixe um comentário

Uma coisa eu aprendi, a gente tá sempre cavando abismos pessoais. Quer dizer, nem todos. Talvez eu. De certa forma, às vezes eu acho que gosto de chafurdar na dor. Tenho é que parar com isso.

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À Deriva

Setembro 11, 2009 · 1 Comentário

Há muito tempo não escrevo nada sobre filmes, mas hoje eu vi algo que me deu vontade de falar. Minhas críticas não são especializadas, são apenas as impressões que tive ao ver algo. Eu adjetivo bastante, portanto não sou lá muito respeitável.

Depois de muito tempo num ‘vai-nãovai’, resolvi que iria e fui. Sensato, não? Pois então, creio que demorei muito para assistir “À Deriva”, do Heitor Dahlia, ou, talvez, incoscientemente estava esperando ficar numa situação psicológica um pouco melhor. Como não adianta esperar muito pelo 100%, tomei vergonha na cara, saí de casa e comprei o ingresso.

Eu não vi o filme neo-zelandês, nem sei o nome do bendito. Por isso, não vou fazer comparações, apenas dizer o que aquilo tudo representou pra mim. Vamos dizer que o filme demora um pouco a engrenar, aquele início videoclíptico me incomodava um pouco. Cenas curtas que começavam num lugar e terminavam em lugar algum. Tudo estava valendo só pelo visual. E eu não gosto quando só a fotografia sobressai. Tive receio de não gostar, pois os 15 minutos iniciais estavam no fim. Não sei, ao certo, quando comecei a mergulhar na história, a deixar tudo o que não prestava do lado de fora da sala um pouco quente.

A questão é que depois de um tempo de filme e de medo, me deixei envolver por completo. Agora, não era só a fotografia que me deixava absorta, mas a história daquela família falida. Todas as pendengas familiares, amorosas e adolescentes. A constante negação daquilo que se é, o medo do espelho, ao mesmo tempo a busca incessante por sentir tudo o que está à volta. Eu não quero ser o reflexo do que estou vendo, mas termino por fazer de tudo pra ser igual, talvez para desprezar mais tarde, nunca se sabe. Essa coisa de pais complicados, filhos com a cabeça confusa… blablablá….

Para um filme que começou me incomodando um pouco, ele foi muito mais do que eu esperava. Talvez por uma identificação. Não com a família desestruturada, mas com a negação. Talvez. Mas não posso tirar o mérito do roteiro, é bom de verdade. Emociona, entristece, faz pensar. E eu gosto de sair do cinema com o filme na cabeça.

Hoje, não quero falar de questões técnicas. Quer dizer, devo comentar uma cena da Débora Bloch com o Vincent Cassel, que me deixou abalada com a força da interpretação dessa mulher. Com um cigarro na mão e um short de “mãe na praia”, ela me atingiu em cheio. Que força, que domínio do texto. Impressionante.

Confesso estar um pouco enferrujada nas minhas análises, mas uma hora eu volto com tudo. O resumo da ópera, o filme é muito bom. Um dos melhores brasileiros que eu vi, não foram muitos, mas não encaro Globo Filmes com frequência. Então, dos poucos, esse foi o melhor dos últimos anos, certamente. Temática forte. Pra não dizer que só joguei confetes, aquele piano da trilha, às vezes atrapalha e reforça algo que não precisa, mas é quase que só isso. Saí do cinema um pouco assim… bem e mal, por questões pessoais, mais bem do que mal.

Vejam, se ainda não viram.

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Setembro 10, 2009 · Deixe um comentário

Quando você tem que explicar pra alguém o que é gostar de verdade, é que tem alguma coisa muito errada com essa pessoa.

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Nota #2

Setembro 9, 2009 · Deixe um comentário

E posso ser impaciente, infantil e idiota, tudo de uma vez só. Mas também posso ser legal, inteligente e madura quase todo o tempo.

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Nota #1

Setembro 9, 2009 · Deixe um comentário

Eu não tenho vergonha de amar alguém.

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Setembro 7, 2009 · Deixe um comentário

Hoje foi um dia, psicologicamente, muito cansativo. Há muito tempo que não consigo descansar. Minha cabeça dói. Uma sensação de impotência me invade. Quando isso vai acabar?

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Considerações #2

Setembro 6, 2009 · Deixe um comentário

Eu já escrevi melhor do que escrevo hoje. Hoje eu pareço um resto de alguma coisa que eu já fiz. Ou talvez seja algo novo que esteja por vir. Eu sempre guardo um pouquinho de esperança em mim. Uma hora sai uma flor do meio desse lixo todo.

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Sentimentalismos

Setembro 4, 2009 · Deixe um comentário

Eu sou sentimental demais. Já pensei em virar mulher de gelo. Mas deve haver um meio termo, tem que haver. Ainda deve existir algum rapaz no mundo que tenha um coração bonito, eu creio nisso. Um dia ele me acha. E eu me acho também. Um dia… hoje não.

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Enferma

Setembro 2, 2009 · 2 Comentários

Tenho uma doença que se chama coração desobediente ou coraçãozinho rebelde. Não é contagioso, pelo que sei. Infelizmente…

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Agosto 30, 2009 · 3 Comentários

Creio que ainda serei feliz por mais de 15 dias.

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Pausa

Agosto 29, 2009 · 1 Comentário

Eu ando repensando muitas coisas. Preciso de mais silêncios. Quem fala o tempo todo não pensa. É bom se calar um pouco, é preciso.

Já esgotei tanto minha forma que nem consigo mais escrever. Vomitei isso por toda parte. É terrível, preciso me encher de novo. Me alimentar de outras coisas. Pausar um pouco esse fluxo de consciência. Parar de mandar longas cartas pra ninguém.

Parar.

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